6 de julho de 2013

The book is on the table

A long time ago, contei que estava planejando uma viagem internacional para um futuro próximo. Os planos mudaram e eu acabei não dando continuidade aos posts para quem tem planos parecidos com o meu, Alfândega.

O destino da viagem mudou, mas eu ainda pretendo colocar o pé para fora do Brasil, nem que seja atravessar a Ponte da Amizade e voltar! Não só para quem vai viajar, inglês é essencial no nosso dia-a-dia. Estudar outro idioma não é fácil e acredito que isso deva fazer parte de um planejamento.

Existe um milhão de opções: tem gente que prefere viajar e aprender na prática, quem curte aqueles cursos longos ou online ou os cursos rápidos que prometem milagre em 12 meses.

Eu ainda não sou expert em inglês, mas eu e a Kênnia - leitora do blog que topou conversar comigo via Fanpage - vamos contar nossa experiência:


Lorena.
Lorena Rocco por Tatiany Alves
Eu NUNCA gostei de estudar idiomas e toda vez que me questionavam eu tinha a resposta pronta: "Duvido que algum americano/argentino/chinês esteja estudando Português agora". Então a gente cresce, entra na faculdade, no mercado de trabalho e percebe que isso é extremamente importante.

Por causa desse meu atraso em começar a estudar inglês, optei por um curso em 12 meses. O investimento inicial acaba sendo caro porque você paga o valor todo de uma vez, e não em cinco ou seis anos.  Eu calculei e o valor total de um curso rápido é inferior ou igual a um bom curso tradicional. A dica é pesquisar.

"E aprende mesmo?", é o que TODO MUNDO me pergunta. Aprendizagem nesses cursos mudam de pessoa para pessoa. Eu estou aprendendo, mas estudo muito em casa. Tento ler livros em inglês (assunto de outro post), assisto filmes e séries legendadas... e é assim que a gente vai adquirindo um pouco mais.

Tentei complementar meu curso com o Curso Online oferecido pelo MEC, mas eu sou uma pessoa offline. Tenho que ter papel, caneta e professor na minha frente, senão não funciona comigo. Não só pela metodologia, mas não sou disciplinada o bastante para sentar e estudar em um lugar onde eu posso abrir o Facebook em dois cliques, talvez em um.


Kênnia.
Kênnia, obrigaada pela ajuda!
(Facebook)
"Meu nome é Kênnia Méleus, tenho vinte e dois anos e comecei a estudar inglês aos sete. Agradeço muito Tem pessoas que aprendem com o único e fabuloso intuito de viajar, conhecer o mundo. Hoje não é segredo para ninguém que a língua inglesa abre portas, rompe barreiras. É, eu sei, soa clichê. Mas é assim.
aos meus pais por, desde cedo, terem me incentivado e, mais que isso, me proporcionado o acesso ao mundo. Sim, ao mundo. 

Honestamente, não me lembro de aprender inglês. Para mim tudo aconteceu tão naturalmente que foi gostoso aprender. Em meio a recortes, pontilhados e figuras coloridas eu fui aprendendo os números, o alfabeto, os animais. Estudei onze anos. Dez de inglês americano e um de inglês britânico. 

O aluno esforçado maximiza o que aprendeu. Não se aprende sem prática. Quem quer mais que aprender deve procurar estar em contato com a língua o máximo que puder. Conhecer expressões, ditados populares, peculiaridades da língua. É sempre bom buscar palavras novas. Pesquisar sempre. Significados, aspectos gramaticais que geraram dúvidas. 

Obviamente, você não precisa de onze anos e diversos níveis para aprender inglês. Há cursos de todas as espécies, que se encaixam às necessidades de cada pessoa. É só encontrar o melhor para você. Não tem segredo. Se você quer realmente aprender é só se conectar ao máximo com o idioma. Como quase todas (talvez todas) as formas de aprendizagem da vida, aprender inglês requer prática. Com prática e vontade você vai longe. Literalmente." 


Thais Godinho.
Eu não pedi autorização oficial para citar o post do Vida Organizada, da Thais. Acompanho o blog e vez ou outra cito ou deixo seu link aqui e dessa vez não é diferente. Tem tempo que ela falou como se virava no curso de inglês online... Vê um trechinho e se esse for O SEU caso, corre no blog dela para ver os detalhes.

"Sempre fui autodidata – com inglês também. Aprendi bem pouco na escola, tentei começar dois ou três cursos quando era adolescente, mas sempre saí pois não tinha motivação. Então, sozinha, estudava gramática, lia livros e artigos em inglês, traduzia as músicas etc. Isso tudo foi me dando uma noção maior que qualquer escola, então eu tinha desistido de fazer algum curso novamente." - leia na íntegra.



Certo, estudo inglês como e onde?
Vocês viram - quem conseguiu ler TUDO - a experiência de três pessoas, em três tipos de cursos diferente, mas e daí? O que você deve fazer?

Muito particularmente, não sou a favor de quem diz que "eu vou para os EUA aprender na prática". Você acaba aprendendo, mas o que você vai saber de gramática ou escrita? Como vai ler uma placa em inglês ou uma notícia ou os dados do seu cartão de embarque no aeroporto?

Conheço pessoas que moraram anos fora do Brasil e nunca aprenderam inglês. Sim, existe. Sou a favor de ter uma base teórica e visitar países com forma de aperfeiçoamento, mas mais uma vez isso depende de cada um.

No fim, eu descobri que não existe forma de estudar inglês. O que eu posso dizer é: ESTUDE! Cada um tem sua forma de aprender, existem dicas, cursos bons e outros nem tanto, ache a sua forma de estudar.

E você? Como aprendeu? Onde está aprendendo? Já morou/esteve fora do Brasil?
@milalices

- Outros posts sobre novos idiomas devem surgir por aqui, o que você querem saber? -

4 comentários:

  1. Olha vou ti contar ingles não é comigo, não gosto mesmo :(. Mas com certeza hoje em dia ele é essencial.
    Boas sorte nos estudos!

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  2. Bem interessante o post, principalmente por três experiências diferentes relacionadas ao estudo do inglês.
    Eu estudei inglês desde os 9, 10 anos, e estudei durante muitos anos, então foi bem natural também. Mas sempre amei estudar idiomas e acho que isso fez uma baita diferença na questão da motivação, etc.
    Há 3 anos eu parti para um intercâmbio de 1 ano na Irlanda, para colocar o inglês mais em prática. E também porque, apesar de tantos anos de estudo, sempre me sentia insegura para falar. E o intercâmbio me ajudou muito porque fui perdendo o medo de falar, e como trabalhei part-time em uma loja, tive que lidar com clientes e colegas de trabalho, então não havia muito espaço para o medo e a insegurança, tinha que falar e pronto.
    O mesmo aconteceu com o francês, durante um intercâmbio melhorei muito o falar, a interação com as pessoas, só que estudei muito sozinha também, com livros de gramática, eu comigo mesma. Mas estudar idiomas é sempre muito gostoso para mim, então fazia isso com prazer.
    Concordo com a opinião das meninas de que o inglês abre portas, até mesmo para que a gente se interesse por outras culturas e outras línguas diferentes da inglesa.

    Bjoka,
    Livro Lab

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  3. Não gosto de inglês. no colégio, aprendia o básico do básico. Os professores eram fracos e as provas, um chuchuzinho. Daíii agora na faculdade me dei conta que os professores partem do princípio que ~inglês é fundamental~ e tacam livros em inglês. O que a bocózona faz? Sofre!! haha Também tenho intenção de fazer intercâmbio, para um país que não fala inglês, PORÉM, convenhamos, o mundo fala inglês. E se eu quiser pisar pra fora do país, vou ter que saber um mínimo pra poder pedir ajuda ou andar na cidade. Então assim como você, tô fazendo, mas apenas aquele no MEC. E realmente, é MUITO difícil estudar no computador, com o facebook e todos os blogs e esse mundo legal da internet a um clique. Sem contar que rola aquela tentação de fazer outras coisas mais legais, né? Enfim. Não tá fácil, mas pra realizar grandes sonhos, não vai ser fácil. (: Boa sorte pra gente Lorena! :D E desculpe o sumiço do seu blog, das cartas... Também sinto sua falta! Um beijo gigante!

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  4. "Não gosto de inglês. no colégio, aprendia o básico do básico. Os professores eram fracos e as provas, um chuchuzinho." sou dessas... faculdade e o mercado de trabalho exigem né? esta nos meus planos fazer um curso bacana de inglês.

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