22 de fevereiro de 2015

Rotaroots | Cinco Filmes para o Oscar da minha (nossa) vida

Crédito da Imagem
Hoje tem Oscar e o Rotaroots sugeriu que a gente premiasse os filmes que marcaram nossa vida! Eu chamei a Regina para me ajudar com as escolhas de filmes e categorias.

Como em todos os nossos posts escritos a quatro mãos, dividimos o texto com a seguinte legenda: Opinião da Regina - Opinião da Lorena - Opinião do Mil Alices ;)

Melhor Romance de Todos os Tempos:

Regina: Definitivamente existem vários filmes que ocupam esse lugar no meu coração, mas atualmente o que encontra-se no topo dele é “Se Meu Apartamento Falasse”. Uma comédia Romântica divertida, porém quase sempre melancólica e com alguns momento sérios. O que torna especial pra mim  é que os dois protagonistas são cativantes e de cara nos identificamos com eles. Ambos buscam aquilo que qualquer um de nós busca, algo que os complete. Um Amorzinho de filme.



Lorena: Que coisa difícil dizer apenas UM FILME. Se fosse filmes de romance que eu amo, a lista ia ser enorme incluindo: Uma linda mulher, Bonequinha de Luxo, Um dia, Sabrina (o filme com Audrey Hepburn), Orgulho e preconceito, Quanto mais quente melhor, Sob o sol da Toscana... um monte de filme velho, mas sim: Não se fazem Romances como antigamente.

Porém, eu vou escolher O Fabuloso destino de Amélie Poulain porque... Eu amo a forma que Amélie vê o mundo e independente da parte romântica do filme, ela ganhou meu coração. Romance francês dirigido por Jean-Pierre Jeunet em 2001, o filme conta como Amélie consegue transformar a vida das pessoas ao seu redor e como um grande amor pode transformar sua própria vida.

Filme que eu poderia viver dentro:


Regina: Estou em fim de período da universidade e já me imagino segurando meu caderno e gritando: “EU JURO, TENDO DEUS COMO MINHA TESTEMUNHA, EU VOU SOBREVIVER AO FIM DE PERÍODO.” 

Lembra algo? Sim! A famosa cena de Scarlett O’Hara em “O Vento Levou”, jurando que nunca ia passar fome novamente. Tempos problemas quase iguais aos da Scarlett. 

Amo essa personagem de verdade, por ser totalmente diferente da mocinha perfeita. Scarlett é uma norte-americana, sulista, orgulhosa, egocentrica, fútil e por vezes mimada. Até que a Guerra Civil assola o sul dos Estados Unidos e ela precisa crescer para reconstruir sua vida. A menina superficial dá espaço a uma mulher forte, porém não menos egocêntrica e cheia de erros, não menos humana. E claro como um booooooom clássico, tem uma história de amor cheia de idas e vindas com o também longe de ser perfeito, Rhett Butler.

Lorena: Eu poderia viver em muitos lugares, principalmente os de ficção tipo em Wonderland, ou Nárnia, ou Hogwarts... mas eu acabo preferindo os livros que as adaptações dessas histórias. Então, escolhi um lugar de ficção que apenas vi sua versão cinematográfica: as Terras Médias. Beleza, é meio clichê, mas eu sou totalmente clichê. Acho que o primeiro filme que eu verdadeiramente amei na vida foi O Senhor dos Anéis e me mudaria facilmente para lá, nos tempos de paz... óbvio.


Melhor adaptação literária:
  
Keira Knightly & Matthew Mcfadyen  (Elizabeth Bennett & Mr. Darcy) Pride and Prejudice

Regina: Orgulho e Preconceito - Amo Jane Austen, amo Keira Knightley, amo um filmão britânico. A famosa história de romance entre Mr. Darcy e Elizabeth Bennet ganha uma adaptação linda, mostrando uma charmosa Inglaterra Rural do século XIX, um encantador Mr. Darcy e uma família Bennet maravilhosamente bem retratada. E depois desse filme ninguém mais pode ser a Lizzie Bennet na minha cabeça que a lindona da Keira. 

Lorena: Meu eleito seria Orgulho e Preconceito, mas alguém elegeu esse filme antes de mim. Então minha próxima dúvida foi entre Um dia e O poderoso Chefão, que segundo Regina é o mesmo que comparar Beatles com NX0, buuut, eu li o livro que originou Um dia e é meu livro favorito desse século. Assim, the oscars goes to... Um dia. Tá, eu já escrevi sobre ele duzentas mil vezes no blog (aqui e aqui), então, apenas: Leia e Assista o quanto antes.

Filme a gente gosta, mas vergonha de admitir: 

Regina: O Diário de um Banana - O filme tem como herói Greg, um pré-adolescente baixinho, magrelo que tenta sobreviver e tornar-se popular no ensino fundamental. É cheio de clichês de filme de escola e etc, mas é aquele tipo de comédia cada vez mais rara de encontrar, leve, bobinha e sem apelação. Divertidíssimo. 



Now I've had the time of my life, No I've never felt like this before, Yes I swear it's the truth, And I owe it all to you... 

Lorena: Dirty Dance, definitivamente.Eu já perdi as contas de quantas vezes eu vi e cantei com esse filme na sessão da tarde. E, gente, é Patrick Swayze nos bons tempos. Eu nunca superarei isso. 

Melhor Filme desse século:


Regina: “Birdman ou a Inesperada Virtude da Ignorância” - Existeem váaaaaaaaarios filmes que poderiam ocupar essa categoria, mas escolhi  um entre os indicados ao Oscar, que é o meu favorito pra ganhar o prêmio principal. É uma comédia de humor negro que se passa nos ensaios de uma peça da Broadway e foca sobre a necessidade desesperada do protagonista, ator de sucesso comercial, obter reconhecimento. Ainda tece várias críticas inteligentes a atual indústria do cinema.

Lorena: Os intocáveis, o filme francês de 2011, é meu eleito! Também tenho um monte de filmes importantes na minha vida, mas esse é um daqueles que sempre que eu assisto me toca profundamente. No filme, Philippe é um cara rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um assistente, ele contrata Driss, um jovem problemático que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas no seu estado. O filme fala de uma amizade linda, que transforma a vida de várias pessoas e emociona muita gente!


Quais os favoritos de vocês? 
Para hoje a noite e para a vida.

18 de fevereiro de 2015

15 coisas para 2015!

Feliz ano novo, galeeero!

Crédito da imagem
Eu não sou partidária dessa de que o ano no Brasil começa depois do Carnaval, até porque o meu ano começa quando termina o 2014.2 da Universidade (Universidades públicas grevistas do brasil, minha gente) e, no meu caso, ainda estou em 2014.2.

A minha ausência já deve ter avisado que as coisas estão muito corridas para mim e só agora que eu tive tempo de pensar seriamente no meu 2015, neurótica por listas e planejamento que eu sempre fui, ta aí as quinze coisas que eu planejo para esse ano:

01. Tirar minha CNH: Essa vai ser a segunda vez que eu tento tirar minha carteira de habilitação e, para ser bem sincera, eu dirijo igual ao Bob Esponja. Então, acreditem quando eu digo que é algo importante para mim.

02. Fazer um curso de Webdesigner: Não vou seguir carreira de designer, por que eu sei que não é para a minha pessoa, mas eu tenho vontade de aprender a me virar melhor na blogsfera e eu bem que tô necessitada de aprender o básico de photoshop, ilustrator e companhia. E não, eu nunca fiz o tipo autodidata.

03. Melhorar meu inglês: E eu não faço ideia de como. Desde que eu acabei meu curso de inglês (aqueles em um ano, falei sobre isso aqui), parei completamente de estudar ou treinar inglês e, como era de se esperar, estou MEGA esquecida de tudo.

04. Começar a aprender um outro idioma: Siiiiim, odeio estudar idiomas, mas gosto de entender o que o povo fala em outros idiomas. Ainda não sei o que vou tentar aprender, mas acho que vou começar a estudar sozinha pela internet. Oremos.

05. Começar a organizar meu intercambio: De 2016 não passa! Estou enrolando esse intercambio desde que eu me lembro por gente e dentre incontáveis experiências frustradas (algumas narradas no blog), esse ano eu pretendo levar a sério e começar a planejar efetivamente como eu vou fazer isso. Tem um post legal no blog da Loma sobre viagens longas ;)

06. ME FORMAAAAAAR \õ/

07. Ler 15 livros: Todo ano eu tenho uma meta de quantos livros ler; ano passado li doze, então é um número plausível para esse ano.

08. Conhecer São Paulo: Porque é uma vergonha querer sair do Brasil e não conhecer o Brasil.
09. Conhecer Morro de São Paulo: Porque é uma vergonha querer sair do Brasil e não conhecer o Brasil.

10. Ter uma rotina saudável com blog e mídias sociais: Todo ano eu prometo isso, parem de me julgar.

11. Aprender a nadar: Não, eu não sei nadar. Sim, eu preciso aprender.
12. Aprender a andar de bicicleta: Não, eu não sei andar de bicicleta. Sim, eu preciso aprender.

13. Melhorar minha alimentação: Todo ano eu prometo isso, parem de me julgar.
14. Parar de tomar refrigerante forever: Todo ano eu prometo isso, parem de me julgar.

15. VIVER. Com menos listas, menos obrigações, dormir mais, sair mais, ser menos neurótica... Don't worry. Be happy.

E esse é o plano! O que vocês pensaram para 2015?


Disclaimer: O futuro desse blog a Deus pertence. Seríssimo. 
Não sei como vai ser daqui para a frente e nem quero pensar, planejar ou prometer. O Mil Alices é um hobbie e continuará sendo por um bom tempo; para quem quiser continuar atualizado, assina por e-mail para receber os alertas de posts novos (ali no canto esquerdo da página). 

Já quem me segue em outras redes, deve ter percebido algumas mudanças nos nicks (a.k.a. @) e sim, eu estou reestruturando algumas mídias, atualizando outras... já já fica tudo certo.

Outras questões, tem respostas prontas no F.A.Q. do blog, ou fala comigo lá no twitter: @lorena_rcorreia

13 de dezembro de 2014

Cabelo, cabeleira, cabeludo, descabelada.

Nos últimos quatro anos, eu já fui ruiva, cortei na altura dos ombros, pintei de preto bem escuro, franjinha, tom chocolate, cabelão batendo na cintura, morena de novo, loirinha, franjão, loiríssima, cortei na altura dos ombros. E cortei de novo! Um Chanel (é, eu sou dessa época) bem clássico e acima da nuca.


Eu tenho o maior desapego do mundo a cabelo. Aliás, deixa eu te contar uma novidade: CABELO CRESCE! Eu tenho a sorte de amar de paixão o trabalho do meu cabeleireiro e mesmo super ansiosa, sempre fecho os olhos e embarco nas ideias dele! Aliás, estou redescobrindo agora a cor natural do meu cabelo depois de anos de coloração.

A questão não é exatamente como você usa seu cabelo, se ele é "ruim" ou "bom" - com aspas porque eu odeio isso de "cabelo bom/ruim" -, ou o que você faz com ele: O que eu estou querendo discutir é a opinião de todo mundo em relação ao cabelo da cabeça dos outros. 

Sim, eu digo que não gosto do cabelo de fulano ou ciclano porque é assim ou assado, mas nas últimas 24 horas tudo que eu escuto é "como você é corajosa" e a impressão que eu tenho é que as pessoas me vêem desse jeito:


Por que eu sou exatamente corajosa? Por ter tirado, finalmente, toda química do meu cabelo, coisa que eu considero extremamente difícil para qualquer mulher no mundo atual ou por ter saído dos padrões cabelo comprido que homem gosta para um curtinho básico que EU amo?

Eu não me considero feminista, mas sou plenamente ciente do meu egoísmo e, como vi alguma vez em SATC, "estou em um relacionamento comigo mesma a muito tempo" para me importar com o que os outros acham sobre meu cabelo ou sobre qualquer ponto da minha aparência fora do padrão que homem gosta.

É estupidamente frustante alguém dizer que não gosta de algo mim porque está fora do padrão social, mesmo que eu me sinta confortável assim. Mesmo que minha meta de vida não seja encontrar um HOMEM que queira casar comigo e isso nem deveria ser a meta de vida de ninguém (homem ou mulher), mas sim a consequência de encontrar uma pessoa bacana que te aceite de cabelo curto e havaianas. 

O que eu quero defender é o direito das pessoas serem quem elas são e fazerem o que elas gostam em qualquer sentido possível sem ser criticada por estar dentro ou fora do que a sociedade considera legal. Todo mundo tem um objetivo de vida e isso não precisa estar dentro na caixinha dos outros.

Sou corajosa? Sim! Mas por que eu tenho objetivos de vida, porque eu adoro o "meu estilo" e meu cabelo curtinho, porque eu tenho vontades além do que todo mundo considera aceitável. E sim, uma galeeera gostou do meu cabelo, e riu comigo e pediu o número do Pedro, eu estou apaixonada pelo que vejo no espelho e me sinto mais livre no meu dia-a-dia. 

Acredito fielmente que cada um pode e deve ser descabelado do jeito que bem entender e ninguém tem nada a ver com isso.

23 de novembro de 2014

querido blog abandonado,

faz tempo que eu não escrevo aqui. nem desse jeito diarinho (que invejei de algum blog que li essa semana no intervalo do estágio) nem de jeito nenhum porque tempo não tá dando em árvore esses dias.

eu até que tinha conseguido alguns avanços desde que resolvi me desdobrar em três e fazer as 24 horas do dia renderem por 36, mas os últimos 15 dias acabaram totalmente fora da meta. acontece que levar oito matérias na universidade, trabalho, fisioterapia, freelas; fazer isso tudo de ônibus e estudar para aquelas matérias todas tem sido missão mais que impossível.

esses últimos meses tem sido loooongos, mas eu me sinto em um túnel já com uma luz lá no final, porque - uhul - faltam poucos semestres para eu me formar e, apesar do desespero, é muito bom saber que essa fase negra está acabando.

não faço ideia do que me espera no final, mas estou louca para descobrir. cinco longos anos na federal me renderam  bons empregos, muito perrengue e muitos forninhos para segurar, mas já chega, né!? eu realmente quero voltar a escrever mais, blogar mais, viajar mais e definir novos objetivos de vida.

e vou dormir, que amanhã eu madrugo e o ônibus continua lotado.

28 de outubro de 2014

TED Talks



Uns dois anos atrás, eu li um livro chamado ABC das Mídias Sociais do Chris Brogan. No livro, Brogan cita - incontáveis vezes - o poder de compartilhamento de ideias do TED. Na época, eu não procurei entender o que era o TED e só agora eu comecei a me apaixonar pela organização.

No começo de Outubro o Rio de Janeiro recebeu a conferência TED e, por isso, eu tive a iniciativa a acompanhar mais de perto tudo que envolve o projeto. O TED foi fundado nos EUA em 1984 pelo arquiteto Richard Saul Wurman com a proposta de conectar pessoas com projetos e ideias inovadoras de design e tecnologia, o nome TED é um acrônimo para Technology, Entertainment, Design.

Com a filosofia de "ideias que merecem ser disseminadas", o TED cresceu e hoje consiste em palestras de até 18 minutos, gravadas em suas conferências mundo a fora e espalhadas (com números recordes) pela internet. São mais de quinhentas palestras sobre os mais diversos temas, que podem ser visualizadas, incorporadas compartilhadas... e os ouvintes podem inclusive fazer o download em HD, direto do site ou app para smartphone.

Minha palestra favorita mais recente é da Argentina Pia Mancini, ela fala sobre formas de "trazer a democracia para o século XXI" e sua experiência na Argentina. As palestras estão em vários idiomas e a maioria é legendada em inglês/portguês/espanhol:


Eu não sei como funciona a curadoria do TED, mas os temas são de incrível relevância social e vão de Bill Gates à chefes indígenas brasileiros. Para o palestrante é uma excelente forma de difundir suas ideias e buscar apoio; e para os ouvintes, a oportunidade de aprender e ver a sociedade de um ângulo mais amplo.

Você pode acessar o site oficial do TED (em inglês) AQUI; e a lista de aplicativos para celular/tablets AQUI.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...