17 de abril de 2015

O endeusamento da medicina brasileira

Significado de Endeusar

v.t. Deificar, divinizar.
Louvar desmedidamente.
V.pr. Fig. Atribuir qualidades divinas a si mesmo.
Extasiar-se.

Esse é uma daquelas crônicas que eu sei que alguns vão se identificar, outros vão repudiar e muito não irão entender. Entender porque enquanto a qualidade da saúde pública brasileira regride a olhos vistos, eu - uma reles ninguém - estou falando do ego inflado de uma classe financeiramente rica acostumada a rir da cara de quem deveria cuidar.

Eu tenho plano de saúde. Eu estou muito acima da linha da miséria e bem abaixo da classe média. Eu sou uma típica brasileira, de família tradicional, cujos pais ralam muito - muito mesmo - para dar a mim e a meu irmão, uma casa confortável, uma escola privada de alguma qualidade, tv a cabo, internet e plano de saúde.

Eu não sou e não fui uma dessas pessoas que morrem na fila de um hospital público esperando uma maca ficar vaga ou um médico aparecer no seu plantão e por tanto a realidade que eu tenho conhecimento de causa para falar se resume a hospital privados, planos de saúdes medíocres e profissionais que deveriam nos atender com o mínimo de dignidade. Por tanto, me desculpe se entre tantos problemas, médicos importados e dinheiro desviado, eu estou falando das únicas pessoas que se acham mais vítimas que quem está esperando em uma fila.

Já estive muitas vezes em hospitais - vários deles, nas várias cidades que eu já morei. Nunca nada exatamente sério, mas de problemas alérgicos e respiratórios, eu tenho uma lista. Sempre tive plano de saúde e isso, sem sombra de dúvidas, salvou minha vida durante a minha infância. Algo sobre quinze anos atrás, eu morar perto de um hospital de referência e o médicos se formarem por dedicação à vida e não ao dinheiro. Acho que era um tempo em que a gente ia sempre ao mesmo médico, o cara conhecia toda a nossa família e nosso histórico hospitalar e eu, pequenininha, conhecia as enfermeiras do hospital pelo nome.

Esse tempo, não existe mais na minha realidade e acho que nunca existiu na realidade de mais da metade da população brasileira. Hoje, eu vejo um número enorme de pessoas pegando diplomas de medicina em nome de um status social superestimado e um retorno financeiro rápido. Logicamente, existem exceções e talvez exista amor na medicina.

Para a minha geração, basta pensar em quantos conhecidos que prestaram (ou vão prestar) vestibular para medicina. Quais deles vão ser médicos porque a família quer um médico? Quais deles vão ser médicos porque o retorno financeiro, após a formatura, é rápido? Quais deles, na sua opinião, tem traços de personalidade que farão dele um médico humanizado

Quais deles realmente DESEJAM ser médicos?

Eu não posso afirmar categoricamente qual o problema da medicina no Brasil. O que eu preciso defender é uma postura humana em relação ao paciente e o amor a profissão e não ao dinheiro. O que eu quero dizer é que eu não aguento mais esperar dias por uma consulta de rotina, por um médico que não vai nem olhar para mim; semanas por um exame; e meses por um diagnostico no qual eu se quer confiarei.

Já tive muitos diagnósticos errados que poderiam ter me levado a complicações seríssima se eu não fosse grilada (e tivesse condições) de visitar vários médicos. Conheço pessoas que precisaram de cirurgias de emergência porque não foram diagnosticadas em tempo. E outras que fizeram cirurgias desnecessárias para que o Dr. Fulano tivesse o dinheiro de um procedimento.

Essa falta de valor da vida em frente ao dinheiro, e a necessidade de dizer-se médico em nome de um status social pode não ser tipicamente brasileira, mas o endeusamento da nossa medicina tem trazido danos incalculáveis a saúde do nosso país. Muito mais que estrutura física, nós precisamos de seres humanos normais e apaixonados pela profissão escolhida. 

Precisamos de mais amor e menos status na medicina.

29 de março de 2015

- 5kg em 14 dias com a nova dieta do Mil Alices

O título desse post soa assustador para mim, não sei para vocês, mas essa é a capa da maioria das revistas femininas que a gente vê por ai.

Eu já fiz muitas dietas nessa vida, algumas por questão de saúde, outras nem tanto, e assim como minhas dietas não costumam durar mais que um par de meses, essa loucura fitness sempre me incomodou ao extremo.

Já que vamos conversar sobre isso, vou começar esclarecendo que eu NÃO sou contra pessoas que curtem malhar, comer bem, levar uma vida saudável, compartilhar isso tudo na internet e o melhor: ganhar dinheiro fazendo uma coisa que gostam.

De certa forma, eu sempre acompanhei o movimento instafitness porque é um pouco impossível fechar os olhos para as bloguetes de moda e musas em todos os recantos da internet, e agora fora dela. 

Porém, para quem - como eu - ama cozinhar, comer comidas diferentes e juntar os amigos para comer, só em pensar em restringir a alimentação já começa o sofrimento. Infelizmente, com minha recém descoberta Intolerância a Lactose, acabei tendo que me jogar de cabeça na dieta e na busca por alternativas ao leite pela internet e a escravidão da beleza que eu descobri tem me deixado perplexa.

É claro que todo mundo conhece todos os problemas ligados a alimentação como bulimia e anorexia, além de toda a pressão midiática a respeito do corpo magro perfeito, mas o que eu quero colocar em pauta é qual a necessidade disso tudo e qual o preço que estamos pagando?

Uma das minhas buscas mais comuns no google é "alguma receita" + sem lactose e é surpreendente o número de links de blogs de dietas onde meninas, sem qualquer restrição alimentar por saúde, dá dicas de comida sem lactose, sem glúten, sem ovo (e sem sabor) ao mesmo tempo. Ou "prescrevem" dietas milagrosas que prometem um corpo sarado em poucos dias sem nenhum apoio médico ou qualquer análise de quais os efeitos colaterais disso no corpo.

Dieta me deixa extremamente irritada, ser impedida de comer me estressa em níveis estratosféricos e eu continuo sem entender como pessoas passam fome voluntariamente enquanto milhões de pessoas morrem de fome por não ter o que comer. Está em moda estar de dieta e com o Dr. Google disponível a todos 24horas por dia, 7 dias por semana é mais ainda mais fácil passar fome em troca de um corpo maravilhoso.

NO PAIN NO GAIN. É bizarro, para mim, ao ponto de questionar a sanidade mental das pessoas. Porque eu acredito que qualquer atividade física deve ser prazerosa e não dolorosa. Se tá doendo, se você está sofrendo, TEM ALGUMA COISA ERRADA! E nesse ponto cabe o bom senso e profissionais acompanhando cada pessoa, alguma dor é normal, sofrimento não.

Também é complicado pagar por todo esse glamour fitness, mas eu acredito fielmente que há alternativas low cost para quem realmente deseja uma vida saudável.

Eu sei que ter uma rotina de exercícios, uma dieta balanceada, hábitos saudáveis e acompanhamento médico faz muito bem. Eu sei que se sentir bonito é maravilhoso e que a mídia/sociedade nos impõe um padrão surreal. E eu também acredito em mente sã, corpo sã. Eu só queria ver as pessoas aceitarem a si mesmos independente dos padrões dos outros, eu queria achar receitas gostosas sem que ler "estou de dieta fitness" nas entrelinhas. Eu só queria que fosse bonito ser feliz ao invés de ser bonito ser magérrimo. 


Textos relacionados internet a fora:

8 de março de 2015

Cinco personagens femininos memoráveis

Hoje é oito de março, Dia da mulher. Eu não pretendia escrever mais um desses textos clichês (e sem sentido) de como a mulher é maravilhosa e salva a vida chata e difícil dos homens ou nada de cunho estritamente feminista, até porque eu já fiz isso em 2010. Porém, o vlog de hoje da Pam (Garota It), me fez pensar em quais são minha personagens femininas (literárias ou não) favoritas e porque elas são importantes para mim!

Quando eu comecei a pensar nos nomes, as personagens literárias foram fáceis porque são personagens realmente importantes para mim, mas quando eu comecei a pensar em cinema (principalmente nas últimas décadas) me deu um branco total. Lógico que eu consigo citar personagens femininas legais, filmes legais, mas nada MEMORÁVEL. E isso é meio chocante, porque eu consumo cinema apesar de não me sentir representada por ele. Enfim, pense nisso ;)

Imagem: We Heart It
Pollyanna: A Pollyanna do livro da Eleanor H. Porter foi e ainda é bem importante na minha vida. Eu sei que não é um excelente exemplo de GIRL POWER, mas eu acho que a forma que a personagem vê o mundo e como ela é escutada por todos é um bom exemplo de personagem forte e memorável, principalmente pela época em que a história foi escrita, 1913.


Elizabeth Bennet: Impossível não citar Jane Austen quando falamos de mulheres memoráveis! Lizzie Bennet consegue despertar em mim vários sentimentos e a maioria das ações dela me representam de muitas formas. Se eu tivesse que citar apenas uma personagem, sem dúvidas, seria ela.


Mulan: Minha princesa disney favorita ever. Eu poderia citar Elsa também, mas ela não marcou minha vida como Mulan fez. Eu acho que minha infância foi mais corajosa porque eu imaginava viver coisas tão legais quanto Mulan, ou montar a cavalo como ela fazia ou ser uma heroína e salvar a China (Japão? Brasil?) inteira!


Ophelia: Eu adoro a forma como Don Winslow conduz os relacionamentos no livo Selvagens e não sei o quanto meu amor pelo livro influenciou na escolha da O. para essa lista, mas eu a acho uma personagens sensacional pelo simples fato de que ela tem personalidade própria além dos estereótipos e nem por isso ela é julgada em seu ciclo social. Eu não considero que a personagem seja propositalmente feminista ou nada do gênero e é isso que me cativa... o comportamento dela é natural e a forma como as situações caminham no livro também. 


Emma Morley: Por último e não menos importante, muito amor por essa personagem, talvez mais que a Lizzie Bennett. Eu acho que a Em me representa em muitos aspectos e não posso expressar o quão feliz eu fui em conhecê-la. Eu sempre escrevo sobre Um Dia aqui no blog e droga, eu sempre acabo rasgando tanta seda que perco a moral em meu discurso. O fato é que, se eu virasse um personagem literário, eu seria a Emma.

7 de março de 2015

Como eu aprendi a andar de bicicleta aos 21 anos

Quem acompanha o blog já deve ter lido algo sobre eu, bicicletas, e que eu não sabia - SABIA - andar de bicicleta até o começo desse mês e que aprender era um dos meus objetivos para 2015! Pois bem, eu sou praticamente uma ciclista desde o começo desse mês :)

Um dos responsáveis por isso, além da minha vontade de aprender, é o Bike Anjo. O projeto reúne pessoas que querem aprender com voluntários que querem ensinar pessoas a andar de bike e criar uma cidade com menos carros e mais espaço para pessoas.

E não só para as primeiras pedaladas, os anjos ajudam a quem não andam a muito tempo voltar a pedalar ou os ciclista a irem para a rua: te ajuda na adaptação para usar a bike como meio de transporte regular.


O projeto já existe em 261 cidades e 6 países e 1450 bike anjos. Quem quiser aprender, procurar no Facebook ou dá um Google para achar os anjos mais próximos.

Domingo passado, eu tirei a bunda da frente da TV na certeza de pagar muito mico e com o objetivo de só largar a bicicleta quando eu tivesse pedalando. A gente se encontrou no Parque da Sementeira aqui em Aracaju no meio da tarde. Foram vários voluntários cedendo seu tempo, talento e bicicleta; e vários aprendizes. O Bike anjo tem uma técnica de ensino diferente daquela que nossos pais usam e que eu achei bem mais eficiente.

A gente consegue desenvolver equilíbrio com mais facilidade e se a gente não sair pedalando de primeira, don't worry, todo mês tem oficina. Eu aprendi no primeiro dia, mais por força de vontade que qualquer outra coisas, mas havia alunos que estavam na segunda aula e outros que acabaram por esperar para tentar de novo nas próximas oficinas.



Olha a a alegria da pessoa pedalando pela primeira vez, o vídeo foi gravado e editado pelo pessoal da Ciclo Urbano/Bike Anjo ;)

Mais do que aprender a andar de bicicleta, eu ganhei novos amigos anjos, um hobbie novo, uma atividade física e um evento semanal com os amigos: A gente começou a aproveitar um outro projeto em prol de mais bikes, aqui em Aracaju é Caju bike, encontrando a galera para andar de bike uma vez por semana em um parque público da cidade.

Foto: Daniel Ranieri.
O Caju Bike é uma iniciativa da prefeitura com a empresa de internet NET e a Serttel. Existem várias estações de bike pela cidade, você só precisa baixar o app (ou fazer uma ligação do seu celular, após o cadastro no site) e pagar a tarifa no cartão de crédito. Aqui em Aju, você paga $5,00 a hora, ou $10 reais o mês.

O legal é que mesmo quem não tem bicicleta pode conhecer a cidade, pegar uma carona rapidinho ou sair com os amigos para aproveitar um dia de sol! Minha próxima aventura (além de aprender a fazer curva com sucesso) é sair para o trânsito e usar bike como transporte regular.

Eu não cai e paguei muiiiitos micos nesses dias de ciclista, mas aprendi que nunca é tarde para aprender coisas novas, que a melhor endorfina é a que você adquire ao ar livre e que uma cidade com menos trânsito e mais qualidade de vida é possível.

@lorena_rcorreia

Update em 17 abr 2015

22 de fevereiro de 2015

Rotaroots | Cinco Filmes para o Oscar da minha (nossa) vida

Crédito da Imagem
Hoje tem Oscar e o Rotaroots sugeriu que a gente premiasse os filmes que marcaram nossa vida! Eu chamei a Regina para me ajudar com as escolhas de filmes e categorias.

Como em todos os nossos posts escritos a quatro mãos, dividimos o texto com a seguinte legenda: Opinião da Regina - Opinião da Lorena - Opinião do Mil Alices ;)

Melhor Romance de Todos os Tempos:

Regina: Definitivamente existem vários filmes que ocupam esse lugar no meu coração, mas atualmente o que encontra-se no topo dele é “Se Meu Apartamento Falasse”. Uma comédia Romântica divertida, porém quase sempre melancólica e com alguns momento sérios. O que torna especial pra mim  é que os dois protagonistas são cativantes e de cara nos identificamos com eles. Ambos buscam aquilo que qualquer um de nós busca, algo que os complete. Um Amorzinho de filme.



Lorena: Que coisa difícil dizer apenas UM FILME. Se fosse filmes de romance que eu amo, a lista ia ser enorme incluindo: Uma linda mulher, Bonequinha de Luxo, Um dia, Sabrina (o filme com Audrey Hepburn), Orgulho e preconceito, Quanto mais quente melhor, Sob o sol da Toscana... um monte de filme velho, mas sim: Não se fazem Romances como antigamente.

Porém, eu vou escolher O Fabuloso destino de Amélie Poulain porque... Eu amo a forma que Amélie vê o mundo e independente da parte romântica do filme, ela ganhou meu coração. Romance francês dirigido por Jean-Pierre Jeunet em 2001, o filme conta como Amélie consegue transformar a vida das pessoas ao seu redor e como um grande amor pode transformar sua própria vida.

Filme que eu poderia viver dentro:


Regina: Estou em fim de período da universidade e já me imagino segurando meu caderno e gritando: “EU JURO, TENDO DEUS COMO MINHA TESTEMUNHA, EU VOU SOBREVIVER AO FIM DE PERÍODO.” 

Lembra algo? Sim! A famosa cena de Scarlett O’Hara em “O Vento Levou”, jurando que nunca ia passar fome novamente. Tempos problemas quase iguais aos da Scarlett. 

Amo essa personagem de verdade, por ser totalmente diferente da mocinha perfeita. Scarlett é uma norte-americana, sulista, orgulhosa, egocentrica, fútil e por vezes mimada. Até que a Guerra Civil assola o sul dos Estados Unidos e ela precisa crescer para reconstruir sua vida. A menina superficial dá espaço a uma mulher forte, porém não menos egocêntrica e cheia de erros, não menos humana. E claro como um booooooom clássico, tem uma história de amor cheia de idas e vindas com o também longe de ser perfeito, Rhett Butler.

Lorena: Eu poderia viver em muitos lugares, principalmente os de ficção tipo em Wonderland, ou Nárnia, ou Hogwarts... mas eu acabo preferindo os livros que as adaptações dessas histórias. Então, escolhi um lugar de ficção que apenas vi sua versão cinematográfica: as Terras Médias. Beleza, é meio clichê, mas eu sou totalmente clichê. Acho que o primeiro filme que eu verdadeiramente amei na vida foi O Senhor dos Anéis e me mudaria facilmente para lá, nos tempos de paz... óbvio.


Melhor adaptação literária:
  
Keira Knightly & Matthew Mcfadyen  (Elizabeth Bennett & Mr. Darcy) Pride and Prejudice

Regina: Orgulho e Preconceito - Amo Jane Austen, amo Keira Knightley, amo um filmão britânico. A famosa história de romance entre Mr. Darcy e Elizabeth Bennet ganha uma adaptação linda, mostrando uma charmosa Inglaterra Rural do século XIX, um encantador Mr. Darcy e uma família Bennet maravilhosamente bem retratada. E depois desse filme ninguém mais pode ser a Lizzie Bennet na minha cabeça que a lindona da Keira. 

Lorena: Meu eleito seria Orgulho e Preconceito, mas alguém elegeu esse filme antes de mim. Então minha próxima dúvida foi entre Um dia e O poderoso Chefão, que segundo Regina é o mesmo que comparar Beatles com NX0, buuut, eu li o livro que originou Um dia e é meu livro favorito desse século. Assim, the oscars goes to... Um dia. Tá, eu já escrevi sobre ele duzentas mil vezes no blog (aqui e aqui), então, apenas: Leia e Assista o quanto antes.

Filme a gente gosta, mas vergonha de admitir: 

Regina: O Diário de um Banana - O filme tem como herói Greg, um pré-adolescente baixinho, magrelo que tenta sobreviver e tornar-se popular no ensino fundamental. É cheio de clichês de filme de escola e etc, mas é aquele tipo de comédia cada vez mais rara de encontrar, leve, bobinha e sem apelação. Divertidíssimo. 



Now I've had the time of my life, No I've never felt like this before, Yes I swear it's the truth, And I owe it all to you... 

Lorena: Dirty Dance, definitivamente.Eu já perdi as contas de quantas vezes eu vi e cantei com esse filme na sessão da tarde. E, gente, é Patrick Swayze nos bons tempos. Eu nunca superarei isso. 

Melhor Filme desse século:


Regina: “Birdman ou a Inesperada Virtude da Ignorância” - Existeem váaaaaaaaarios filmes que poderiam ocupar essa categoria, mas escolhi  um entre os indicados ao Oscar, que é o meu favorito pra ganhar o prêmio principal. É uma comédia de humor negro que se passa nos ensaios de uma peça da Broadway e foca sobre a necessidade desesperada do protagonista, ator de sucesso comercial, obter reconhecimento. Ainda tece várias críticas inteligentes a atual indústria do cinema.

Lorena: Os intocáveis, o filme francês de 2011, é meu eleito! Também tenho um monte de filmes importantes na minha vida, mas esse é um daqueles que sempre que eu assisto me toca profundamente. No filme, Philippe é um cara rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um assistente, ele contrata Driss, um jovem problemático que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas no seu estado. O filme fala de uma amizade linda, que transforma a vida de várias pessoas e emociona muita gente!


Quais os favoritos de vocês? 
Para hoje a noite e para a vida.

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